CAA na escola sem orçamento
Uma turma que precisa de CAA costuma precisar em mais de um aparelho, para mais de um aluno, começando agora — enquanto a decisão de financiamento, se houver, está a meses de distância. Veja como colocar um sistema de CAA completo em todos os aparelhos de uma escola sem custo.
Em resumo: o SayThrough é um aplicativo web sem licenças, sem contas e sem custo por usuário. Libere um domínio, adicione à tela de início em cada aparelho, e a partir daí funciona offline. Não há nada para comprar, atribuir, renovar ou desativar.
Quanto custa
Nada, em qualquer escala. Essa é a diferença que pesa numa escola: CAA paga costuma ser cobrada por aparelho ou por aluno, então colocá-la num conjunto de dez Chromebooks custa dez vezes o que custa em um. Um aplicativo gratuito custa o mesmo em um aparelho e em quatrocentos, o que faz a decisão deixar de ser sobre quantos alunos dá para justificar.
Implantando
- Teste primeiro em um aparelho, com um aluno e um adulto que realmente vá modelar. Um sistema que ninguém modela é um sistema que ninguém usa, tenha custado o que tiver custado.
- Escolha o tamanho da prancha uma vez só. O tamanho da grade é escolhido na configuração e não deve mudar depois — mexer na grade move todas as palavras e destrói o plano motor. O crescimento vem pelo nível de vocabulário, que revela palavras no lugar. Como funcionam tamanhos e níveis.
- Instale nos aparelhos que ficam com os alunos, não só nos do armário da sala de recursos. A comunicação precisa estar disponível no corredor e no refeitório, não apenas no atendimento.
- Ensine os adultos a modelar antes de ensinar qualquer coisa aos alunos. É esse passo que decide se a implantação funciona. Como modelar a CAA.
Notas para rede e TI
- Um único domínio para liberar:
saythrough.com. O aplicativo, seus pictogramas e suas vozes vêm todos dessa mesma origem — sem CDNs de terceiros, fornecedores de analytics ou serviços de fontes para liberar à parte. Isso é proposital, porque domínios de terceiros não listados são exatamente o que os filtros escolares bloqueiam. - Sem contas e sem autenticação. Nada para integrar ao diretório, nada para provisionar no início do ano e nada para remover no fim.
- Nenhum dado de aluno sai do aparelho. Perfis, pranchas e histórico de mensagens ficam no armazenamento local do navegador. Nada do que alguém digita ou fala é transmitido, o que mantém tudo fora da maior parte das revisões de proteção de dados.
- Chromebooks gerenciados podem receber o aplicativo como app web pelo console de administração do Google, de modo que os alunos o encontrem já instalado. Passos de instalação para cada plataforma.
Fazendo funcionar em sala
A falha nas escolas quase nunca é técnica. É que o aparelho chega, fica na carteira e ninguém usa na frente do aluno.
- Dê a todo adulto da sala permissão para ser ruim nisso. Modelar mal é melhor do que não modelar.
- Mantenha disponível em todas as aulas, inclusive nas que não são sobre comunicação. Educação física e o refeitório geram mais língua real do que qualquer sessão estruturada.
- Use perfis separados por aluno num aparelho compartilhado. Cada um com seu vocabulário, configurações e histórico, sem a prancha de uma criança virar a de outra.
- Imprima um conjunto em papel para a sala. Configurações → Imprimir gera a prancha como ela está, uma página por folha — plastifique algumas e haverá uma cópia em cada mesa, sem custo por cópia. Aqui também há folhas prontas.
Também ajuda enquanto o financiamento não sai
Se um aluno está em avaliação para um aparelho dedicado e financiado, um aplicativo gratuito não concorre com esse processo — é o que ele usa enquanto isso, e gera exatamente a evidência de que o pedido precisa. “Este aluno usou CAA por pictogramas diariamente por quatro meses e iniciou pedidos de várias palavras” é um argumento bem mais forte do que uma previsão. Se o aparelho financiado chegar, as pranchas se exportam em Open Board Format e vão junto.
O que o gratuito não cobre
Vale dizer com todas as letras, porque a escola decide isso uma vez. Não há contrato de suporte nem telefone — o projeto tem um rastreador de problemas e um e-mail. Não há programa de treinamento nem consultor que vá visitar. O vocabulário é um conjunto candidato documentado, não um conjunto de páginas validado clinicamente como Core First ou PODD. E ele não vai operar hardware de rastreamento ocular nem um aparelho gerador de fala montado. Se um aluno precisa de algo disso, um sistema comercial financiado é a resposta certa — e este aqui é o que o mantém se comunicando até ele chegar.
Teste hoje em um aparelho. Abre no navegador sem cadastro, então dá para avaliar numa janela livre em vez de num processo de compra.
Abrir o SayThrough → Instalar no iPad, Chromebook e Android →